Amanda de Paiva e Silva, de 45 anos, trabalhava com entregas e como motorista de aplicativo em Ribeirão Preto, SP. Crime aconteceu na madrugada do dia 20 de março e é investigado como homicídio.
- A motorista de aplicativo Amanda de Paiva e Silva, de 45 anos, encontrada sem vida no porta-malas do próprio carro na semana passada, em Ribeirão Preto (SP), pode ter sido morta pelo filho e pelo sobrinho. Os dois foram presos por suspeita de envolvimento no crime, mas a Polícia Civil não detalhou a participação deles.
O caso aconteceu na madrugada do dia 20 de março, quando policiais desconfiaram de um carro estacionado na Avenida Eduardo Andrea Matarazzo (Via Norte), zona Norte de Ribeirão Preto. O corpo de Amanda estava seminu e enrolado em um lençol. Ela também tinha ferimentos na cabeça.
Quem é a vítima?
A vítima é Amanda de Paiva e Silva, de 45 anos. Ela trabalhava como motorista de aplicativo, fazia entregas e foi vista pela última vez na noite do dia 19 de março. Segundo o filho, agora suspeito, a mãe tinha saído de casa dizendo que se encontraria com o ex-companheiro.
Ela foi achada morta por policiais militares por volta das 3h30 do dia 20 de março.
Como ela morreu?
A suspeita da polícia é de que Amanda tenha morrido após ser agredida com um pedaço de madeira com pregos, que foi achado dentro do veículo dela e apreendido.
Em quais circunstâncias o corpo dela foi encontrado?
O corpo de Amanda estava dentro do porta-malas do carro dela, que estava estacionado na Avenida Eduardo Andrea Matarazzo (Via Norte).
Policiais militares estranharam e, ao se aproximarem, encontraram o corpo de Amanda de Paiva e Silva. Ela estava seminua, enrolada em um lençol e com ferimentos na cabeça.
Quem são os suspeitos?
Até o momento, Gabriel Felipe de Paiva Medeiros e Matheus Vital de Medeiros, filho e sobrinho da vítima, são considerados suspeitos de envolvimento no crime, mas a participação deles não foi detalhada pela polícia.
Eles estão presos temporariamente após cumprimento de mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos dois. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, nos locais também foram apreendidos quatro celulares e um aparelho que armazena imagens de câmeras de segurança.
O ex-companheiro de Amanda chegou a se apresentar à delegacia e prestar depoimento, mas foi liberado. No boletim de ocorrência, ele não foi citado como investigado.
Qual o motivo do crime?
As investigações ainda não apontam um motivo para o crime, mas o caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio.
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